{"id":7410,"date":"2024-11-20T09:39:53","date_gmt":"2024-11-20T12:39:53","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/?p=7410"},"modified":"2024-11-20T09:40:08","modified_gmt":"2024-11-20T12:40:08","slug":"aumento-nos-casos-de-coqueluche-reforca-importancia-na-vacinacao-entre-as-criancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/2024\/11\/20\/aumento-nos-casos-de-coqueluche-reforca-importancia-na-vacinacao-entre-as-criancas\/","title":{"rendered":"Aumento nos casos de coqueluche refor\u00e7a import\u00e2ncia na vacina\u00e7\u00e3o entre as crian\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><em>Vacinas pentavalente e tr\u00edplice bacteriana est\u00e3o recomendadas dos 2 meses de idade at\u00e9 os 4 anos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Rio Grande do Sul j\u00e1 registrou neste ano, at\u00e9 o momento, 166 casos de coqueluche distribu\u00eddos por todas as faixas et\u00e1rias, com maior concentra\u00e7\u00e3o em menores de um ano. O aumento que isso representa em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos anos, visto tamb\u00e9m no Brasil como um todo e em outros pa\u00edses, \u00e9 um alerta que faz a Secretaria Estadual da Sa\u00fade (SES) refor\u00e7ar a import\u00e2ncia para a vacina\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a. Para as crian\u00e7as, s\u00e3o duas as vacinas previstas que protegem da coqueluche: a pentavalente e tr\u00edplice bacteriana, com doses a partir dos dois meses de idade at\u00e9 os quatro anos, conforme esquema preconizado pelo Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, at\u00e9 o dia 9 deste m\u00eas, j\u00e1 foram confirmados mais de 3,2 mil casos. Os estados com maior n\u00famero de registros s\u00e3o Paran\u00e1 (1.229), S\u00e3o Paulo (831), Minas Gerais (384), Rio de Janeiro (259) e Distrito Federal (163). Em outros pa\u00edses, tamb\u00e9m foi identificado aumento nos casos, como nos Estados Unidos, Austr\u00e1lia, Canad\u00e1, Israel e Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Estado, ao comparar com anos anteriores no mesmo per\u00edodo, 2024 ainda est\u00e1 aqu\u00e9m das confirma\u00e7\u00f5es de 2017 (245), pr\u00f3ximo a 2018 (154) e acima de 2019 (55). Os anos de maior circula\u00e7\u00e3o no Estado (considerando a s\u00e9rie hist\u00f3rica desde 1999) foram 2012 e 2013, quando, no mesmo per\u00edodo, 583 e 478 casos haviam sido confirmados respectivamente. Em 2014 foram 205 casos no per\u00edodo. Historicamente a temporada de maior circula\u00e7\u00e3o no Estado \u00e9 justamente a que nos encontramos, primavera e in\u00edcio do ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conforme a especialista em sa\u00fade do Centro Estadual de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade (Cevs), Lara Crescente, os anos de 2020 a 2023 foram at\u00edpicos para circula\u00e7\u00e3o da coqueluche. Ela aponta como poss\u00edveis causas para isso as medidas de isolamento e uso de m\u00e1scaras na pandemia pela covid-19, que reduziram a transmiss\u00e3o de doen\u00e7as respirat\u00f3rias no geral, assim como o uso mais amplo de antibi\u00f3ticos para casos de problemas respirat\u00f3rios e o padr\u00e3o da doen\u00e7a de ciclos hiperend\u00eamicos a cada tr\u00eas a cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A doen\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A coqueluche \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa aguda, respirat\u00f3ria, de alta transmissibilidade. Uma pessoa doente pode infectar at\u00e9 17 pessoas suscet\u00edveis. \u00c9 de notifica\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria e imediata (at\u00e9 24 horas) frente \u00e0 suspeita, devendo ser comunicada \u00e0 vigil\u00e2ncia municipal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A transmiss\u00e3o ocorre por got\u00edculas ao falar, tossir ou espirrar. A doen\u00e7a \u00e9 causada por uma bact\u00e9ria chamada&nbsp;<em>Bordetella pertussis<\/em>. Possui como sintomas acessos de tosse e evolu\u00e7\u00e3o em tr\u00eas fases:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fase inicial (catarral): come\u00e7a como um resfriado comum, com sintomas leves como febre baixa, mal-estar geral, coriza e tosse seca. Gradualmente, a tosse se torna mais intensa e frequente evoluindo para crises de tosse. Pode durar de uma a duas semanas.<\/li>\n\n\n\n<li>Fase de tosse intensa (parox\u00edstica): geralmente \u00e9 afebril ou com febre baixa, mas em alguns casos, ocorrem v\u00e1rios picos de febre no decorrer do dia. A tosse se torna muito forte e incontrol\u00e1vel, com crises s\u00fabitas e r\u00e1pidas que podem causar v\u00f4mitos. Durante essas crises a pessoa pode ter dificuldade para inspirar, apresenta rosto vermelho (congest\u00e3o facial) ou azulado (cianose) e, \u00e0s vezes, fazer um som agudo ao inspirar (guincho). Essa fase pode durar de duas a seis semanas.<\/li>\n\n\n\n<li>Fase de recupera\u00e7\u00e3o (convalescen\u00e7a): a tosse come\u00e7a a diminuir em frequ\u00eancia e intensidade, mas pode persistir por duas a seis semanas ou por at\u00e9 tr\u00eas meses. Infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias de outra natureza, durante essa fase, podem fazer a tosse intensa (paroxismos) voltar temporariamente.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Diagn\u00f3stico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diagn\u00f3stico laboratorial \u00e9 realizado a partir do isolamento da bact\u00e9ria (a&nbsp;<em>Bordetella pertussis<\/em>) em cultura ou pela t\u00e9cnica de rea\u00e7\u00e3o em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real de material colhido de nasofaringe, em todas as faixas et\u00e1rias. A coleta de amostra deve ser realizada antes do in\u00edcio do tratamento com antibi\u00f3tico, no m\u00e1ximo, at\u00e9 tr\u00eas dias ap\u00f3s seu in\u00edcio. Na impossibilidade da coleta do caso suspeito, pode ser realizada coleta de comunicante pr\u00f3ximo (residente do mesmo domic\u00edlio) que n\u00e3o esteja em uso de antibi\u00f3tico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Laborat\u00f3rio Central do Estado (Lacen\/RS) disponibiliza material para coleta \u00e0s vigil\u00e2ncias epidemiol\u00f3gicas municipais e executa o PCR e a cultura da totalidade das amostras recebidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vacinas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A coqueluche \u00e9 uma doen\u00e7a preven\u00edvel por meio da vacina\u00e7\u00e3o, fazendo parte do calend\u00e1rio vacinal infantil. As vacinas indicadas s\u00e3o a Vacina Pentavalente, que protege contra a difteria, t\u00e9tano, coqueluche, hepatite B e&nbsp;<em>Haemophilus influenzae<\/em>&nbsp;tipo b, e a Vacina Tr\u00edplice Bacteriana, que protege contra difteria, t\u00e9tano e coqueluche. O esquema vacinal preconizado s\u00e3o tr\u00eas doses da Vacina Pentavalente (aos dois, quatro e seis meses de idade) e mais dois refor\u00e7os com a Vacina Tr\u00edplice Bacteriana (aos 15 meses e 4 anos de idade).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde 2014, as gestantes recebem no pr\u00e9-natal, a partir da 20\u00aa semana, a Vacina dTpa (Vacina Tr\u00edplice Bacteriana Acelular) com objetivo de proteger o rec\u00e9m-nascido contra a coqueluche. Os lactentes jovens (menores de seis meses) s\u00e3o o grupo de risco para complica\u00e7\u00f5es (pneumonias, bronquiectasias, enfisema, pneumot\u00f3rax, encefalopatia) e \u00f3bitos. No per\u00edodo de entre 2007 at\u00e9 2017 foram 21 \u00f3bitos por coqueluche no Estado, a totalidade desses em crian\u00e7as com at\u00e9 seis meses de idade. N\u00e3o houve novos \u00f3bitos ap\u00f3s 2017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos cinco anos no RS as coberturas vacinais relativas \u00e0 pentavalente e primeiro refor\u00e7o da tr\u00edplice bacteriana (DTP) tem se mantido abaixo da meta preconizada de 95%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/infoms.saude.gov.br\/extensions\/SEIDIGI_DEMAS_VACINACAO_CALENDARIO_NACIONAL_COBERTURA_RESIDENCIA\/SEIDIGI_DEMAS_VACINACAO_CALENDARIO_NACIONAL_COBERTURA_RESIDENCIA.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Coberturas vacinais<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2024 (parcial)<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pentavalente: 88,53%<\/li>\n\n\n\n<li>Tr\u00edplice bacteriana (DTP &#8211; 1\u00ba refor\u00e7o): 82,85%<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2023<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pentavalente: 89,29%<\/li>\n\n\n\n<li>Tr\u00edplice bacteriana (DTP &#8211; 1\u00ba refor\u00e7o): 80,84%<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Casos confirmados de coqueluche por munic\u00edpio de resid\u00eancia em 2024 (at\u00e9 18\/11):<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Alvorada: 8<\/li>\n\n\n\n<li>Barra do Ribeiro: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Cachoeira do Sul: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Camaqu\u00e3: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Campo Bom: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Canela: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Canoas: 7<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00e3o da Canoa: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Carlos Barbosa: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Cerro Branco: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Charqueadas: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Dois Irm\u00e3os: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Dois Irm\u00e3os das Miss\u00f5es: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Est\u00e2ncia Velha: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Farroupilha: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Gramado: 19<\/li>\n\n\n\n<li>Gravata\u00ed: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Gua\u00edba: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Ivoti: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Montenegro: 2<\/li>\n\n\n\n<li>Novo Cabrais: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Novo Hamburgo: 3<\/li>\n\n\n\n<li>Pelotas: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Porto Alegre: 79<\/li>\n\n\n\n<li>Presidente Lucena: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Prot\u00e1sio Alves: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Rio Grande: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Santa Rosa: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Santa Vit\u00f3ria do Palmar: 1<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00e3o Leopoldo: 6<\/li>\n\n\n\n<li>Sapucaia do Sul: 3<\/li>\n\n\n\n<li>Tramanda\u00ed: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Tr\u00eas Coroas:<\/li>\n\n\n\n<li>Tupandi: 1<\/li>\n\n\n\n<li>Viam\u00e3o: 6<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>S\u00e9rie hist\u00f3rica de dados de coqueluche no RS, 1999 &#8211; 2024*<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ano \u2013 casos confirmados \/ \u00f3bitos<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>1999 \u2013 3 \/ 1<\/li>\n\n\n\n<li>2000 \u2013 4 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2001 \u2013 42 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2002 \u2013 60 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2003 \u2013 92 \/ 4<\/li>\n\n\n\n<li>2004 \u2013 276 \/ 5<\/li>\n\n\n\n<li>2005 \u2013 191 \/ 5<\/li>\n\n\n\n<li>2006 \u2013 113 \/ 2<\/li>\n\n\n\n<li>2007 \u2013 129 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2008 \u2013 207 \/ 1<\/li>\n\n\n\n<li>2009 \u2013 128 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2010 \u2013 106 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2011 \u2013 150 \/ 2<\/li>\n\n\n\n<li>2012 \u2013 772 \/ 10<\/li>\n\n\n\n<li>2013 \u2013 517 \/ 2<\/li>\n\n\n\n<li>2014 \u2013 260 \/ 1<\/li>\n\n\n\n<li>2015 \u2013 127 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2016 \u2013 111 \/ 2<\/li>\n\n\n\n<li>2017 \u2013 318 \/ 3<\/li>\n\n\n\n<li>2018 \u2013 167 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2019 \u2013 65 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2020 \u2013 11 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2021 \u2013 11 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2022 \u2013 37 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2023 \u2013 22 \/ 0<\/li>\n\n\n\n<li>2024* \u2013 166 \/ 0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: 1999 a 2006 \u2013 NEP e 2007 a 2024-SINAN\/CEVS\/SES-RS. Dados sujeitos a altera\u00e7\u00e3o. (*2024 &#8211; at\u00e9 Semana Epidemiol\u00f3gica 45)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Arquivos anexos<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/saude.rs.gov.br\/upload\/arquivos\/202411\/19110629-nota-informativa-15-coqueluche.pdf\">\u00a0Nota Informativa N\u00ba 15 \u2013 DVE\/ CEVS &#8211; cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico da coqueluche (12 de novembro de 2024)\u00a0<small>(.pdf 418,05 KBytes)<\/small><\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte\/Foto: SES RS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vacinas pentavalente e tr\u00edplice bacteriana est\u00e3o recomendadas dos 2 meses de idade at\u00e9 os 4<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7411,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[40,41],"tags":[],"class_list":["post-7410","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-rio-grande-do-sul","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7410"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7410\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7413,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7410\/revisions\/7413"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7411"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalrotadomar.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}