Polícia Civil evita possível ataque a escola em Osório

Polícia Civil evita possível ataque a escola em Osório

“Policiais civis cumpriram medidas cautelares judiciais, a partir de investigações preliminares, que resultaram na apreensão de diversos objetos, os quais possivelmente seriam empregados em ataque a escola em Osório”

Os agentes da Polícia Civil, por meio da delegacia de polícia de Osório, litoral norte gaúcho, com apoio de agentes do IGP, deram cumprimento a medidas cautelares judiciais (MBAs), na madrugada desta quinta-feira (27/11), e apreenderam diversos objetos, incluindo facas, machadinhas, balaclavas, espadas, dentre outros materiais, os quais possivelmente seriam usados em ataque a escola em Osório.

Segundo o delegado João Henrique Gomes de Almeida, responsável pelos expedientes da delegacia de polícia de Osório e do Posto Policial de Atlântida Sul, a partir do conhecimento de possível ataque a escola foram realizadas diversas diligências policiais, utilização de diversas ferramentes de inteligência policial, análise de dados, que resultaram no deferimento da medida judicial. A medida referida foi devidamente cumprida em um local situado no distrito de Atlântida Sul, na cidade de Osório, restando na localização e apreensão de farta quantidade de material em poder do rapaz investigado, atualmente com 18 anos, o qual confirmou idealização e instrumentalização de possíveis ataque a escola em Osório.
Ainda segundo o delegado Gomes, “a ação rápida e eficaz da Polícia Civil, certamente impediu condutas fatais e trágicas contra escolas, alertando a população de que a internet efetivamente não é um universo sem regras e sem controle, reafirmando que ações policiais firmes e enérgicas serão empregadas para responsabilizar infratores da lei”.

Novas investigações ainda serão realizadas, não sendo descartados novos desdobramentos e novas ações policiais de enfrentamento qualificado, uma vez que não serão tolerados crimes em nossa comunidade. Denúncias podem ser encaminhadas por meio do contato 51.999.120.456 (whatsapp). Denuncie, sigilo da fonte.

Fonte/Foto: Delegado João Henrique Gomes

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