A saúde de Osório pede socorro
Moradores de Osório estão à mercê da saúde pública. Há relatos de que, há algum tempo, o atendimento vem deixando a desejar. A Unidade de Pronto Atendimento encontra-se operando com pouquíssimo suporte diante de uma demanda bastante elevada, especialmente neste período que antecede o final do ano, quando a população do município parece crescer significativamente.
Cabe à Secretaria Municipal da Saúde prestar a devida assistência, considerando que a União é responsável pela construção da unidade e que o Estado repassa recursos ao município com a finalidade de garantir a dignidade do paciente que recorre a esse serviço. No entanto, o que se percebe é um sistema fragilizado, incapaz de atender de forma adequada a população.
O hospital, por sua vez, nega atendimentos, e quando se trata de atendimento particular, os convênios impõem limitações inaceitáveis, exigindo que o paciente adoeça dentro do horário das 8h às 20h.
Caso a necessidade surja fora desse período, lamentavelmente, o atendimento é adiado para outro dia.Cabe salientar que há apenas um médico disponível para atender toda a população do município, que conta com aproximadamente 50 mil habitantes — ressalva esta direcionada ao hospital.
Diante desse cenário, fica o questionamento: que saúde é essa que o município está oferecendo aos seus osorienses?
Foto: Gerada por inteligência artificial
Fonte: JRM Online / Sinara Menezes
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